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Depende de nós

Alívio: imagino que seja essa a sensação de muitos dos meus colegas do setor de shoppings, centros comerciais e galerias, que puderam reabrir as portas ontem, em Belo Horizonte, depois de mais de quatro meses fechados. O retorno, obviamente, merece ser celebrado, principalmente porque ele acontece às vésperas do Dia dos Pais, data também rentável para a economia.

Entretanto, mais importante que a retomada das atividades comerciais em nossa querida BH é a permanência destas e, claro, o avanço rumo a novas etapas do processo de flexibilização. É exatamente nesse ponto que eu, você, seu vizinho, amigo, parentes, todos nós, temos tamanha responsabilidade, afinal se não nos comportarmos como mandam os protocolos de prevenção à Covid-19, os casos infelizmente serão potencializados e a cidade, que demorou tanto para começar a reabrir, voltará, mais uma vez, à estaca zero.

Por isso, peço encarecidamente a você, que agora lê esse texto, a compreensão de que a flexibilização não deve, em hipótese alguma, ser interpretada como um relaxamento nas medidas de contenção ao coronavírus. Sendo assim, continue saindo de casa apenas se necessário. Ainda não é o momento, por exemplo, de ir ao shopping ‘bater perna’, como muitos de nós costumávamos fazer antes da pandemia. Ainda não é o momento de ir com toda a família para fazer as compras da casa e muito menos sentar nas praças de alimentação, mesmo porque elas só estarão abertas para retirada alimentos.

Agora, mais do que nunca, não abandone o frasco de álcool em gel 70% quando estiver na rua. Ele é fundamental para que você higienize as mãos antes e depois de tocar em qualquer objeto ou superfície, como por exemplo nos cartões de estacionamento ou nos corrimões de escadas rolantes. Fuja, como o diabo da cruz, de lugares com aglomerações; respeite a distância de dois metros entre as pessoas; prefira usar cartões para fazer seus pagamentos; e leve sua própria garrafa d’água para evitar os bebedouros.

Já disse e repito: o coronavírus é, talvez, a doença que mais tem colocado a nossa capacidade de empatia à prova. A postura negligente ou assertiva com a qual você se comporta influencia diretamente na progressão da doença, o que afeta diversos segmentos em uma espécie de efeito dominó.

Lembre-se sempre que pequenas, porém grandes atitudes podem trazer um impacto positivo daqui há 15 dias, quando esperamos ir para a fase 2, que contempla bares e restaurantes. Conto com você para que a cidade, aos poucos, possa ser novamente envolvida por aquela atmosfera que todos conhecemos, com os bares da Savassi e Santa Tereza exalando vida, o Edifício Maletta cheio de jovens na sexta-feira a noite e a nossa BH, tal como era, de volta. Vamos todos entrar nessa corrente?

Ricardo Rodrigues – Presidente ABRASEL-MG e Coordenador da Frente da Gastronomia Mineira

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